Uma mulher morreu nessa segunda-feira (29) após passar mal durante o teste de aptidão física do concurso da Polícia Militar do Distrito Federal. Gabriela dos Santos Gontijo chegou a ser levada ao hospital, mas não resistiu e morreu no dia seguinte à prova.
Em nota, a Polícia Militar afirmou que lamenta a morte da candidata e se solidariza com a família. Além disso, garantiu que “todos os aspectos” do teste são de responsabilidade da banca examinadora, no caso, o Instituto AOCP. O órgão, por sua vez, publicou um posicionamento sobre o caso nesta terça-feira (30), alegando que Gabriela tinha apresentado um atestado de aptidão física assinado por um médico cardiologista de Samambaia Norte, que a declarou apta para participar da etapa.

“A organizadora do certame informa que a aplicação dos testes físicos observou as disposições contidas na Lei nº 4.949/ 2012 e que durante o período em que os candidatos aguardaram a realização das provas, eles puderam utilizar os bebedouros do local, bem como não havia qualquer restrição quanto a possibilidade de alimentação. O local de realização da etapa respeitou todas as regras, estava em ordem com todos os equipamentos utilizados nos testes e ainda teve sua estrutura elogiada por outros candidatos”, continuou o Instituto AOCP.




