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• Família de Faustão explica prioridade na fila de transplante de rim

A família de Fausto Silva, o Faustão, de 73 anos, por meio da página Faustão do Meu Coração, explicou o motivo do apresentador ter prioridade na fila de transplante de rim pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O perfil, criado pela esposa do comunicador, para conscientizar sobre o tema citou uma portaria do governo de São Paulo. “No caso dele, em especial, a prioridade se deu por conta de transplante prévio de órgão sólido” — Fausto passou por um transplante de coração no ano passado.

O veterano que passou por um transplante de rim na última segunda-feira (26/02), entrou na fila para transplante do órgão no dia 6 de fevereiro e era 13º da lista para o procedimento, segundo a Central de Transplantes do Estado de São Paulo por meio da Secretaria Estadual de Saúde do Estado de São Paulo.

A entidade reforçou que os critérios de priorização foram cumpridos conforme a Resolução Estadual SS 06 de 2019. “A Central de Transplantes do Estado de São Paulo informa que o paciente F.S. foi inserido na fila para transplante em 6 de fevereiro e, seguindo resoluções estaduais, foi submetido ao transplante de rim na última segunda-feira (26), cumprindo os critérios de priorização. F.S. encontrava-se como 13º na lista para o procedimento”, informa a nota.

Em agosto do ano passado, o apresentador fez um transplante de coração, o que dá prioridade para casos de transplante de outros órgãos, segundo a mesma resolução: “De acordo com a Resolução Estadual SS 06 de 2019, são critérios de priorização: a) impossibilidade total de acesso para diálise, b) pós-transplante de outro órgão, c) pós-doação renal. Já os critérios de classificação de receptores potenciais para fins de transplante de rim são: compatibilidade HLA (genética), compatibilidade ABO (sanguínea), priorização e idade do doador”.

Além disso, outros fatores que definem ainda o paciente como prioritário, segundo o texto, são a impossibilidade de acesso intravenoso para diálise, procedimento que filtra o sangue, ou casos em que o doente já tenha sido doador renal. Os critérios que classificam os potenciais receptores do órgão, no entanto, são diferentes. São necessárias as compatibilidades genética e sanguínea, além da idade compatível do doador.

Após o sucesso do transplante, Faustão deixou a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) na terça-feira (27/02) e segue o tratamento em um dos quartos do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Em conversa com o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o comunicador comentou sobre a sua recuperação: “Mais uma semana e estou em casa, liberado. Para quem fez um transplante do coração, o de rim é mais tranquilo”.

Uai

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