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• Integrantes da Rede Rara buscam apoio na câmara de Itabira e a vereadora Dulce Citi conversou com a reportagem

Assista a reportagem:

Logo criada com Inteligência Artificial (IA). Crédito: Divulgação/Rede Raras

A “Rede Raras” é coletivo de mulheres que se consolida como um espaço de organização, luta e solidariedade, reunindo mulheres que compartilham experiências, dificuldades e esperanças na luta, pelo direito integral à saúde, por melhoria da qualidade de vida e inserção ou reinserção no mercado de trabalho. A organização surgiu da necessidade de visibilidade, acolhimento e mobilização de mulheres que enfrentam os desafios da dor crônica ou das doenças raras e, às vezes, as duas condições. Mais do que uma referência às condições de saúde de suas integrantes, “raras” representa a singularidade das trajetórias, resistência e capacidade de transformar a realidade, vivendo apesar das circunstâncias.

A “Rede Raras” é apartidária e horizontal, onde cada integrante articuladora com voz ativa na construção das ações e estratégias. Unidas, fortalecem umas às outras, para amplir a capacidade de luta por mudanças concretas nas políticas públicas. A capacidade de vocalização para dar visibilidade as condições biopsicossociais e as dificuldades enfrentadas em razão das desigualdades sociais e do sucateamento do Sistema Único de Saúde (SUS). A “Rede Raras” o defende, como pacto social coletivo. Une-se a defesa da garantia dos financiamentos pelo SUS, em cobertura efetiva das ações, entendendo que o orçamento é robusto e requer mecanismo de enfrentamento das desigualdades.

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