Seja bem vindo, hoje é 12 de março de 2026

Parceiros do Rede Repórter

• Freira que chamou atenção pela beleza já foi miss e é mineira

Natural de Patos de Minas, no Alto Paranaíba, a jovem Kamila Cardoso, de 21 anos, tem ganhado os holofotes por um motivo bem diferente daquele que a levou aos palcos de concursos de beleza anos atrás. Hoje conhecida como irmã Eva, três anos depois de se tornar freira, a mineira viralizou nas redes sociais após ser filmada vendendo artigos religiosos em um bar, em Goiânia (GO), vestida com hábito religioso e mantilha sobre os cabelos.

Antes de abraçar a vida missionária, Kamila era modelo e chegou a conquistar o título de Miss Continente Teen Sol Nascente. No entanto, em um momento decisivo, abandonou a carreira para seguir uma vocação espiritual. “”Eu tinha o título de Miss Continente Teen Sol Nascente. Daí, um dia antes da final do concurso, a gente ia concorrer a faixa para o nacional, mas eu desisti para ter uma vida dedicada à igreja e a missão”, disse a freira em entrevista ao G1.

Desde os 18 anos, a jovem integra a Congregação Sancta Dei Genitrix, que não pertence à Igreja Católica Apostólica Romana. A comunidade religiosa é liderada pelo padre ortodoxo José Ribamar R. Dias, conhecido por sua forte presença nas redes sociais, onde acumula cerca de 300  mil seguidores.

O vídeo que levou irmã Eva à fama mostra a freira abordando frequentadores de um bar, oferecendo terços e outros artigos religiosos. “Ali, entre pessoas comuns, muitas vezes feridas, é onde Cristo mais deseja estar. Além de espalharmos a caridade, arrecadamos fundos para a nossa comunidade”, explicou.

Desde os 18 anos, a jovem integra a Congregação Sancta Dei Genitrix, que não pertence à Igreja Católica Apostólica Romana. A comunidade religiosa é liderada pelo padre ortodoxo José Ribamar R. Dias, conhecido por sua forte presença nas redes sociais, onde acumula cerca de 300  mil seguidores.

O vídeo que levou irmã Eva à fama mostra a freira abordando frequentadores de um bar, oferecendo terços e outros artigos religiosos. “Ali, entre pessoas comuns, muitas vezes feridas, é onde Cristo mais deseja estar. Além de espalharmos a caridade, arrecadamos fundos para a nossa comunidade”, explicou.

A congregação vê o alcance do vídeo como uma oportunidade de evangelizar por meio das redes sociais. “Achamos interessante o vídeo viralizar porque é uma forma de tocar as pessoas. Muitos corações foram alcançados. Mais do que uma venda, é caridade, é amor”, afirmou a religiosa.

Parceiros do Rede Repórter