O policial penal, de 42 anos, morto por um detento dentro de um hospital no bairro Luxemburgo, na madrugada deste domingo (3/8), será enterrado às 11h desta segunda-feira, em Justinópolis, na Grande BH. O velório do servidor público começa às 9h, no Cemitério Nossa Senhora da Piedade.
O presidente do Sindicato dos Policiais Penais do Estado de Minas Gerais (Sindppen-MG), Jean Otoni, lamentou a morte do colega e criticou as vulnerabilidades às quais a classe é exposta. “Infelizmente, a situação hoje dos policiais penais, se tratando aí da situação de escolta hospitalar, é bastante precária. Antes tinha uma central de escolta hospitalar, mas acabou com ela. Agora os policiais penais enfrentam muita dificuldade, muitas vezes trabalham pesado nas unidades e depois a gente tem que ser encaminhado para os hospitais”, disse Jean.

O caso
Na madrugada deste domingo (3/8), o detento entrou em luta corporal contra o policial penal da escolta. Ele tomou a arma e atirou duas vezes contra o servidor público, que não resistiu. Após o confronto, ele fugiu com a arma e vestindo o fardamento do policial penal. No entanto, foi preso após uma operação da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG).
O Sindicato dos Policiais Penais do Estado de Minas Gerais (Sindppen-MG) lamentou a morte do servidor público. “O Sindppen-MG externa solidariedade e pesar aos familiares, amigos e colegas de farda neste momento de profunda dor. Que Deus conforte, traga paz e força para atravessar esse momento de tanta tristeza. A memória de Euler permanecerá viva entre aqueles que, como ele, dedicam suas vidas à segurança e à justiça”, publicou o Sindppen-MG em suas redes sociais. O sindicato informou que acompanha a investigação do caso.
Procurado pela reportagem de O TEMPO, o hospital não se manifestou. A matéria será atualizada com o posicionamento.




