Estudante do 5º período do curso de Medicina do Centro Universitário Funcesi, a itabirana Sandy Ferreira tem vivido dias especiais. Duas pesquisas conduzidas pela jovem de 27 anos junto a outros estudantes serão apresentadas no 18º Congresso Brasileiro de Clínica Médica, previsto para os dias 8, 9, 10 e 11 de outubro, em Recife. Trata-se do maior congresso de clínica médica da América Latina.
Realizados junto a acadêmicos de Medicina de diferentes partes do país, como Santa Catarina e Bahia, os trabalhos são intitulados “Perfil Epidemiológico dos Casos de Meningite no Estado de Pernambuco no Período de 2020 a 2024” e “Análise dos Casos de Bronquite e Bronquiolite Agudas em Crianças Abaixo de 10 Anos no Estado de Pernambuco”. A ideia foi abordar temas relevantes à sociedade utilizando, principalmente, dados do Sistema Único de Saúde (SUS).
A seleção das pesquisas é feita por uma comissão especializada, que utiliza quesitos como originalidade do tema, relevância e qualidade da metodologia.

Fotos: Thiago Sales/Comunicação Funcesi
Graduanda da primeira turma de Medicina da Funcesi, de 2023, Sandy não esconde a felicidade por participar do importante momento. A discente destaca o apoio recebido dentro e fora da comunidade acadêmica.
“Meus amigos e família, colegas de turma e funcionários da Funcesi estão muito felizes por mim. Então perceber o tanto de gente que torce por nós e o quanto essa publicação causou efeito na coletividade é gratificante. Poder levar o nome da minha instituição de ensino para o maior congresso de clínica médica da América Latina é incrível. É uma conquista que não é só minha, tem muita gente envolvida. E isso me motiva a produzir mais”, reflete.
Embora a participação no congresso seja uma novidade, a facilidade em produzir ciência não é de agora. O talento já rendeu, inclusive, premiações para Sandy.
“Há um ano, a Funcesi premiou os melhores trabalhos da disciplina de redação de artigos científicos, e eu tive a honra de ganhar o prêmio junto com a minha dupla. É um trabalho que gostei muito de produzir e pelo qual tenho muito carinho. Então isso dá um estímulo a mais em nós. E não é só por vencer e ser premiado, mas por sentir que estamos fazendo algo de relevância e estamos inseridos em um ambiente onde a pesquisa e o ensino são valorizados”, completa.
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