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• Homem é preso após tentar matar companheira socorrista do Samu em MG

Um homem de 32 anos é suspeito de agredir a própria companheira, uma mulher de 44, na madrugada desta sexta-feira (13/3), em Urucuia, no Norte de Minas Gerais. A vítima trabalha como socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e estava no posto de trabalho no momento da agressão. A Polícia Militar (PM) prendeu o homem pelo crime de tentativa de homicídio.

A vítima contou aos policiais que descansava no alojamento da base quando o homem chegou batendo com violência na porta do corredor que dá acesso ao local. Preocupada com a filha de três anos do casal, que havia ficado sob os cuidados do pai enquanto ela trabalhava, Leonice abriu a porta para verificar o que havia ocorrido.

Após entrar no prédio, o suspeito subiu as escadas até o quarto de outro socorrista. Segundo a vítima, o homem passou a fazer ofensas e a insinuar que os dois mantinham um relacionamento. Em seguida, ele saiu do quarto e começou a agredir a vítima com socos no rosto e chutes em várias partes do corpo.

Durante as agressões, o suspeito pegou uma faca de mesa e tentou golpear a vítima diversas vezes, enquanto dizia que iria matá-la. Para se proteger, a vítima usou uma cadeira como escudo. Segundo o relato dela, a faca não a atingiu porque o cabo do objeto, feito de porcelana, quebrou ao bater na cadeira.

Ainda durante o ataque, o homem pegou dois celulares, um da vítima e outro pertencente à base do SAMU. A mulher chegou a pedir que ele deixasse ao menos o aparelho utilizado para atendimentos de emergência, mas o suspeito levou os dois telefones e fugiu.

A vítima recebeu atendimento médico e foi levada ao hospital municipal. Ela apresentava inchaço e vermelhidão na região dos olhos, além de um corte no rosto que precisou de sutura.

Durante o atendimento da ocorrência, a vítima informou aos policiais que a filha de três anos estava na casa da família, sob os cuidados do suspeito. Os militares foram até o imóvel e encontraram o homem no local.

Segundo a Polícia Militar, ele se recusou a abrir a porta da residência. Diante da situação e da necessidade de verificar a segurança da criança, os policiais arrombaram a porta para entrar na casa. Além disso, o homem apresentou resistência à prisão e precisou ser contido.

 

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