Dez integrantes de uma facção criminosa de Unaí, na região Noroeste de Minas Gerais, foram condenados pela Justiça a penas que, somadas, ultrapassam 460 anos de prisão. Segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o grupo tinha ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC) e atuava no tráfico de drogas na região.
A maior pena foi aplicada ao líder da organização, condenado a 204 anos, 7 meses e 13 dias de prisão. As demais sentenças variam de 9 anos e 4 meses a 71 anos e 2 meses.
De acordo com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a organização criminosa teria funcionado por mais de um ano sob o comando de um dos réus. Conforme o MPMG, ele era responsável por coordenar atividades relacionadas ao armazenamento, transporte e comercialização de drogas.

Ainda segundo o Ministério Público, parte dos entorpecentes era adquirida em outros estados e posteriormente destinada ao abastecimento do tráfico em Minas Gerais. A decisão judicial também reconheceu a conexão do grupo com integrantes do PCC e apontou que a atuação da organização contribuiu para a expansão das atividades da facção na região Noroeste do Estado.
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