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• Itabira recebe Copa de Futsal Feminino com entrada gratuita neste fim de semana

Itabira recebe, a partir desta sexta-feira (16), a Copa de Futsal Feminino Marcos Evangelista Alves. Os jogos serão disputados até domingo (18), no Ginásio Poliesportivo, no Centro, com entrada gratuita. A competição é organizada pela Liga Itabirana de Futebol Amador (LIFA) e integra o Campeonato Amador de Futebol 2026.

Quatro equipes participam do torneio: São Lourenço e Intercontinental, de Itabira, além de Santa Maria e São Gonçalo, representantes de municípios com os mesmos nomes. As duas equipes itabiranas contam com atletas da região dos bairros Clóvis Alvim I e II, onde realizam os treinamentos.

A rodada de abertura será disputada nesta sexta-feira. Às 19h, São Lourenço e Intercontinental se enfrentam. Em seguida, às 20h30, será a vez de Santa Maria e São Gonçalo entrarem em quadra.

No sábado (17), a partir das 14h, acontecem os confrontos entre os vencedores e os perdedores da primeira rodada. A programação será encerrada no domingo (18), com a disputa pelo terceiro lugar, às 9h, e a final, às 10h30.

Valorização do esporte feminino

A secretária municipal de Esporte e Lazer, Luiza Cupertino, destaca a importância de incluir o futsal feminino em uma competição tradicional do calendário esportivo da cidade. Segundo ela, a iniciativa amplia as oportunidades para as mulheres e contribui para tornar o esporte mais igualitário.

“Defendo que as mulheres tenham cada vez mais oportunidades e reconhecimento no esporte. O fortalecimento do futsal feminino em uma competição tradicional, como o Campeonato Amador, contribui para que o esporte seja cada vez mais um espaço igualitário, além de promover o talento dessas mulheres”, afirma.

Paixão pelo futsal supera a distância

Aos 37 anos, a vendedora Aline Cristina Gomes, atleta do São Lourenço, representa a dedicação de quem mantém o esporte presente na rotina, mesmo diante dos compromissos profissionais. Moradora de João Monlevade, ela trabalha na cidade e se desloca até Itabira para participar dos treinamentos da equipe.

Aline joga futebol desde os oito anos, quando começou nos jogos estudantis. Para ela, a paixão pela modalidade é o principal motivo para continuar em quadra.

A jogadora também chama a atenção para a necessidade de maior reconhecimento do futebol feminino, especialmente em relação às condições oferecidas às equipes e às premiações.

“Muitas vezes, o campeonato feminino é deixado de lado e a premiação é inferior à do masculino. Ter essa competição é importante para mostrar que o futebol feminino precisa ser respeitado”, ressalta.

Luiza Cupertino reforça que a presença do público é fundamental para incentivar as atletas e ampliar a visibilidade da modalidade. A secretária convida as famílias e os torcedores a acompanharem as partidas durante os três dias de competição.

Assessoria

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