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• Cirurgia de Viana ocorre após quimioterapia oral para controle de tumor no estômago

BRASÍLIA – A cirurgia para retirada de um tumor no estômago do senador Carlos Viana (Podemos-MG) começa às 7h deste sábado (6/12), como antecipou a equipe do mineiro à frente da presidência da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar fraudes no INSS. O procedimento cirúrgico é uma das últimas etapas do tratamento.

Ele será operado no Orizonti Hospital, em Belo Horizonte, para onde viajou após a interrupção dos trabalhos da comissão. Instalada em agosto, a CPI fará uma pausa, e as atividades serão retomadas em fevereiro após o recesso. Viana esperou o intervalo para se operar, como informou na sessão de quinta-feira (4/12), última antes da suspensão.

“Os médicos me recomendaram realizar a cirurgia há aproximadamente 90 dias”, afirmou. “Tomei a decisão de concluir os trabalhos deste ano antes de entrar no centro cirúrgico. Fiz isso amparado por um acompanhamento médico rigoroso e, principalmente, pela minha fé”, acrescentou.

Pré-candidato à reeleição, Carlos Viana recebeu o diagnóstico quando, durante exames de rotina, médicos identificaram um tumor na parte externa do estômago — trata-se de um Tumor Estromal Gastrointestinal (GIST). Ele chegou a ser internado em 16 de março no DF Star, em Brasília, e permaneceu hospitalizado até 22 de março. A alta veio no dia do aniversário de 62 anos dele.

Nos últimos meses, Viana se submeteu a uma quimioterapia oral, e a retirada cirúrgica do tumor é parte do tratamento indicado para ele. “Desde então, venho fazendo quimioterapia oral, e graças a Deus o tratamento tem funcionado muito bem. O tumor foi sendo controlado ao longo desses meses e chegou ao ponto em que resta apenas a parte que precisa ser retirada cirurgicamente para encerrar definitivamente essa fase”, esclareceu.

Após a cirurgia, a equipe médica publicará um boletim sobre o quadro de saúde do senador. Os trabalhos no Congresso Nacional serão suspensos em 22 de dezembro, e Viana indicou que pretende retornar às atividades normais em 2026 após o recesso legislativo. 

O Tempo

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