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• Com grandes novidades, Funcesi promove a terceira edição do Simpósio de Cuidados Paliativos

Cada vez mais robusto, o Simpósio de Cuidados Paliativos da Funcesi chega, em 2026, à sua terceira edição. Agendado para os dias 9 e 10 de novembro, o evento é aberto à população e reunirá diferentes especialistas em torno deste sensível tema, vítima de diversos estigmas. Para garantir sua presença, basta acessar https://www.sympla.com.br/evento/iii-simposio-de-cuidados-paliativos-da-funcesi-por-mais-vida/3616603.

Além de minicursos, palestras, apresentação de trabalhos científicos e premiações, o simpósio contará com dois momentos importantíssimos para a área. O primeiro deles, no dia 9, será o lançamento do livro “Estações – Navegando Vidas: fatos e relatos no universo de cuidados paliativos”, escrito pela professora e organizadora da ação, Andréia Gazeta.

Na obra, a docente deu voz a relatos que marcaram sua emocionante trajetória como enfermeira paliativista. Na mesma data, ocorrerá um café com a presença de membros da diretoria da Academia Estadual de Cuidados Paliativos de Minas Gerais (AECP-MG)

No dia seguinte, a integrante da Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP) e vice-presidente da AECP-MG, Rafaella Aquino, apresentará ao público o Atlas dos Cuidados Paliativos. Um projeto inovador, cujo propósito foi realizar um panorama completo da área no Brasil.

Consolidação

À frente do simpósio, Andréia Gazeta celebra o crescimento do evento, iniciado em 2024. “Vejo essa evolução como resultado de um trabalho contínuo de ensino, extensão e aproximação com a comunidade. Chegar à terceira edição demonstra o amadurecimento dessa iniciativa e a importância de ampliar o diálogo sobre cuidados paliativos. A cada ano, fortalecemos o encontro entre estudantes, profissionais e população com um compromisso comum: promover dignidade, aliviar o sofrimento e valorizar a qualidade de vida”, analisa.

Para a professora, a presença da população é parte fundamental da ação, que também conta com grande adesão da comunidade acadêmica.

“A participação do público conecta o conhecimento acadêmico às necessidades reais das pessoas. Suas perguntas e experiências enriquecem o debate, ajudam a esclarecer dúvidas e fortalecem o diálogo entre profissionais e comunidade. Queremos que esse aprendizado se traduza em práticas mais acolhedoras e em uma sociedade mais informada e participativa nas decisões sobre o cuidado”.

Andréia enfatiza, ainda, que este público não deve ser formado somente por pessoas ligadas à saúde. É uma missão de todos compreender melhor o que são os cuidados paliativos.

“Familiares, cuidadores, lideranças comunitárias e todos os interessados podem participar, mesmo sem vínculo com a área da saúde. Essa presença é fundamental para desmistificar os cuidados paliativos e ampliar a compreensão sobre sua atuação ao longo do adoecimento. Conhecer seus princípios ajuda a superar preconceitos, reconhecer necessidades e buscar apoio, valorizando a qualidade de vida e o cuidado ao paciente e à família”, completa.

Assessoria

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