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• Ex-delegado morto em SP: mulher é presa por suspeita de transportar fuzil da execução

Uma mulher foi presa nesta quinta-feira (18), suspeita de envolvimento na morte do ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Fontes. Ela teria transportado o fuzil usado na execução.

Aos investigadores, a mulher afirmou que não sabia o que trazia dentro da sacola, o que não convenceu a polícia. Por volta de 1h40 desta quinta-feira (18), ela saiu algemada do DHPP e passou a noite no 6° DP, na região central de São Paulo, e deverá ser levada para um Centro de Detenção Provisória.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, as forças de segurança seguem mobilizadas para identificar e prender todos os envolvidos no crime. Além dela, testemunhas e familiares dos dois suspeitos já identificados também foram ouvidos pela Polícia.

Objetos apreendidos durante o cumprimento de oito mandados de busca e apreensão, na capital e na Grande São Paulo, estão em análise pericial. A Polícia não descarta nenhuma linha de investigação. Mas sabe-se que o ex-delegado Ruy Ferraz Fontes era considerado inimigo do PCC, e a execução pode ter sido motivada por vingança.

Emboscada em Praia Grande

Ruy Fontes foi morto em uma emboscada na última segunda-feira (15), em Praia Grande, no litoral paulista. A informação foi confirmada pelo secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (PL). De acordo com a Justiça, já foi decretada a prisão preventiva de dois suspeitos de participação direta na execução do ex-delegado-geral.

Por meio de nota enviada à Itatiaia, a Secretaria de Estado dos Negócios da Segurança Pública de São Paulo (SSP), afirma que “as forças de segurança seguem mobilizadas para identificar e prender todos os envolvidos no crime”.

Segundo o secretário, os criminosos não conseguiram incendiar um segundo veículo utilizado na ação, e a Polícia Técnico-Científica conseguiu coletar material para identificação dos envolvidos. Os suspeitos foram identificados por meio de impressões digitais. Ruy Fontes foi enterrado na terça-feira (16). O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, determinou a mobilização total da polícia para esclarecer o caso.

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