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• Homem suspeito de matar menina de 7 anos em ponto de ônibus de BH é preso pela segunda vez

O suspeito de atirar e matar Nicolly Kimberly Almeida Souza, de 7 anos, foi preso, nesta quinta-feira (24), pela segunda vez. Luciano de Souza Andrade, de 28 anos, foi encontrado pela Polícia Militar (PM) na zona rural de Mateus Leme, na Grande BH.

O homem estava foragido desde 11 de agosto, quando a Justiça converteu a prisão temporária em preventiva. Ele já tinha sido detido em 12 de julho, depois de ser apontado como o atirador que acertou a menina em um ponto de ônibus na capital mineiraO alvo seria uma caminhonete.

De acordo com a PM, durante patrulhamento pela região, policiais viram que o suspeito jogou um cigarro de maconha no chão e decidiram abordá-lo. Ao ser perguntado sobre seus dados pessoais, Luciano informou outro nome.

A companheira, do outro lado da rua, tentou esconder o documento de identidade dele. No entanto, a equipe constatou que era o RG do suspeito.

Após consultas ao sistema, os militares verificaram o mandado de prisão em aberto por homicídio. Ele também acumula diversas passagens por tráfico de drogas, furto, roubo e porte de arma de fogo, além de ter sido alvo de denúncias de meio ambiente envolvendo pássaros em cativeiro.

Relembre o caso

O crime aconteceu no dia 25 de junho. Nicolly Kimberly voltava da casa da avó, no bairro Mangueiras, na Região do Barreiro, em Belo Horizonte, quando foi atingida por um tiro no peito. Ela estava com o pai, Gilglesias Ottoni Almeida de Souza, de 33 anos, em um ponto de ônibus.

A criança não resistiu aos ferimentos e morreu. O disparou também acertou a mão e a cintura de Gilglesias, que foi socorrido para o Hospital João XXIII, na Região Centro-Sul da capital mineira.

A partir de denúncias anônimas, os policiais foram informados de que uma caminhonete que passava pelo local era o alvo. O motivo seria uma briga entre gangues que atuam na Vila Ideal e na Vila Mangueiras.

Poucos dias depois do crime, o suspeito chegou a se apresentar na delegacia, mas negou o disparo. Na época, nenhuma testemunha reconheceu o rapaz e o pai da menina também não. Por isso, ele acabou sendo liberado.

G 1

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