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• Integrantes do Clube do Cavalo de Itabira realizam cavalgada e confraternização durante o feriado, Trajeto teve 16 quilômetros até o Rancho Pé do Cedro

O Clube do Cavalo de Itabira realizou mais um encontro que reuniu dezenas de cavaleiros e amazonas em um evento marcado pela tradição e pela integração familiar. A atividade, que passa a integrar oficialmente o calendário anual do grupo, contou com a participação de mais de 50 pessoas, entre adultos e crianças.

A diretora e tesoureira do clube, Maria do Rosário Lage — a conhecida Zarinha — ressaltou que o objetivo é ampliar a participação de amigos e simpatizantes do universo equestre.

“Nós sempre fizemos esse passeio, mas agora estamos definindo uma data fixa para promover um encontro geral, com mais pessoas. Praticamente nasci dentro do clube. Meu pai foi um dos fundadores e me deixou esse amor pelos cavalos. Hoje, sigo trabalhando para manter viva essa tradição”, afirmou.

Com quase quatro décadas de história, o Clube do Cavalo reforça a cada edição seu papel no fortalecimento da cultura equestre da região. Para a integrante Luciana Urcine Diretora Executiva Secretariado , o encontro representa a união entre gerações.

“É um momento importante para reafirmar nossa paixão pelo cavalo. A equipe está engajada e feliz. Queremos promover integração e oferecer um dia especial, principalmente às crianças”, destacou.

A programação incluiu uma cavalgada de aproximadamente 16 quilômetros até o Rancho Pé do Cedro, sentido Nova Era. No local, os participantes foram recebidos com almoço, churrasco e apresentação musical. A expectativa era de que o grupo permanecesse reunido até o fim da tarde deste domingo.

Fotos: Gustavo Lage

Além da prática esportiva, o evento reforçou o caráter familiar da atividade.

“É um esporte que envolve todas as idades. Pais, mães e filhos participam juntos, alguns a cavalo e outros acompanhando de carro”, comentou Luciana.

Zarinha também relembrou a trajetória de Itabira no cenário das raças equestres.

“A cidade sempre teve tradição no cavalo. Meu pai criava campolina, e o clube chegou a se chamar Clube do Cavalo Campolina. Com o tempo, passou a abranger manga larga e outras raças. O importante sempre foi manter o amor pelos animais”, afirmou.

Realizado durante o feriado prolongado, o encontro atraiu um público ainda maior e, segundo as organizadoras, deve se consolidar como uma tradição anual no município.

Redação

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