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• ‘Já matou uma galinha?’: preocupada com as unhas, suspeita de matar idosos em BH choca a polícia

A Polícia Civil de Minas Gerais afirmou que a diarista de 30 anos investigada pelo latrocínio do advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e da esposa dele, Maria Clotilde Atala Inácio, de 76, demonstrou frieza durante a reconstituição do crime realizada em Belo Horizonte.

Segundo o delegado João Prata, um dos momentos que mais chamou a atenção da equipe ocorreu quando uma perita perguntou à investigada como ela teria desferido os golpes nas vítimas. Em resposta, a mulher questionou: “Você já matou uma galinha?”, declaração considerada chocante pelos investigadores.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, durante a reprodução simulada dos fatos, a suspeita demonstrou preocupação com o cabelo e as unhas, enquanto respondia com tranquilidade sobre diversos detalhes do dia do crime. No entanto, ao ser questionada sobre a sequência dos assassinatos, alegou não se lembrar de aspectos importantes.

O inquérito foi concluído e a diarista foi indiciada por latrocínio. A investigação também indiciou quatro homens por receptação qualificada após a recuperação de bens levados do apartamento das vítimas. A Polícia Civil afirma que não encontrou elementos que indiquem a participação de outras pessoas na execução do crime.

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