Exames toxicológicos identificaram MDMA, princípio ativo do ecstasy, e anfetamina no organismo da oficial. O caso segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias da morte.
O laudo toxicológico da capitã da Polícia Militar encontrada morta em Belo Horizonte confirmou a presença de MDMA (ecstasy) e anfetamina no organismo da oficial.
O resultado faz parte da investigação que busca esclarecer as circunstâncias da morte da policial militar. Até o momento, a divulgação do exame confirma apenas a presença das substâncias, sem estabelecer uma relação direta entre elas e a causa do óbito.

A Polícia Civil segue apurando o caso e aguarda a conclusão de outros laudos periciais para determinar o que provocou a morte da capitã. As investigações também analisam o contexto em que ela foi encontrada e demais elementos reunidos durante a apuração.
As autoridades reforçam que a investigação permanece em andamento e que novas informações serão divulgadas à medida que os exames e diligências forem concluídos.






