Uma mulher foi acusada de trapaça para figurar no pódio da Corrida de Itabirinha, cidade mineira de 10 mil habitantes situada no Vale do Rio Doce, a 426 quilômetros de Belo Horizonte. Realizada no último domingo (21/6), a prova contou com cerca de 900 participantes e distribuiu troféus e prêmios em dinheiro.
A competidora teria terminado na segunda posição entre as moradoras de Itabirinha no percurso único de 5 quilômetros, faturando um prêmio de R$ 400. Tanto o troféu quanto o montante (oito notas de R$ 50) foram compartilhados nas redes sociais.
Porém, câmeras de segurança registraram o momento em que a mulher burlou a disputa. Ela atravessou a rua, sentou-se na calçada por alguns segundos para descansar e retomou o trajeto, mas no caminho de volta.

As imagens mostraram que ela se juntou ao fluxo de pessoas que já haviam completado os primeiros 2.500 metros. Segundo relatos nas redes sociais, a corredora teria sido vaiada quando subiu ao pódio, uma vez que a manobra não passou despercebida.
A maioria dos comentários no Instagram foi de reprovação à conduta antidesportiva da mulher. Houve também críticas à organização do evento pela não instalação de pontos de leitura do chip de cronometragem na metade do caminho.
A Corrida de Itabirinha premiou os cinco primeiros colocados gerais no masculino e no feminino, bem como o top-5 dos habitantes do município: R$ 500 (1º), R$ 400 (2º), R$ 300 (3º), R$ 200 (4º) e R$ 100 (5º).
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