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• PIS/PASEP 2026: confira o calendário atualizado e completo de pagamento do abono salarial

O abono salarial do PIS/Pasep 2026 já tem calendário definido desde o início deste ano. O próximo pagamento será dia 16 de junho para nascidos em julho e agosto. Eles são liberados em lotes por mês de nascimento e prazo final de saque em 30/12.

Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador) aprovou um calendário fixo do abono salarial PIS/Pasep para 2026. Os depósitos começaram em 15/2 e terminam em 15/8.

Calendário vale para trabalhadores da iniciativa privada e para servidores, mas muda o banco que faz o pagamento. A Caixa paga o PIS, e o Banco do Brasil faz o pagamento do Pasep. Consulta do benefício está disponível desde fevereiro. O trabalhador pode checar se tem direito, o valor e o banco na Carteira de Trabalho Digital, no Portal Emprega Brasil ou pelo telefone 158.

CALENDÁRIO DO PIS 2026: DATAS DE PAGAMENTO

Liberação do abono segue o mês de nascimento do trabalhador. A data indica quando o pagamento fica disponível, e o saque pode ser feito até 30/12/2026.

  • Nascidos em janeiro: pagamento a partir de 15/2/2026
  • Nascidos em fevereiro: pagamento a partir de 15/3/2026
  • Nascidos em março e abril: pagamento a partir de 15/4/2026
  • Nascidos em maio e junho: pagamento a partir de 15/5/2026
  • Nascidos em julho e agosto: pagamento a partir de 15/6/2026
  • Nascidos em setembro e outubro: pagamento a partir de 15/7/2026
  • Nascidos em novembro e dezembro: pagamento a partir de 15/8/2026
  • Prazo final de saque: 30/12/2026

QUEM PODE RECEBER O ABONO EM 2026

Benefício é pago a quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2024. Também é preciso ter recebido até dois salários mínimos mensais no ano-base e estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos.

Valor do abono varia conforme os meses trabalhados em 2024. O benefício pode chegar a um salário mínimo, de acordo com o tempo de trabalho no ano-base.

O QUE MUDA A PARTIR DE 2026

Teto de renda do abono passa a ser corrigido pela inflação. A mudança faz parte de uma regra de transição aprovada pelo Congresso, com redução gradual do público do benefício. Regra prevê que, até 2035, o abono fique restrito a quem recebe até 1,5 salário mínimo. A redução do público deve ocorrer de forma gradual.

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