Uma informação sobre uma suposta tentativa de sequestro de uma criança provocou preocupação entre moradores de Timóteo, no Vale do Aço. Diante da repercussão de mensagens compartilhadas nas redes sociais, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) divulgou um esclarecimento na quinta-feira (5) e afirmou que não existem indícios de que o crime tenha ocorrido.
O caso foi registrado na tarde de quarta-feira (4), nas proximidades da Praça 1º de Maio, conhecida como Praça do Coreto, na região Centro-Norte da cidade.
Segundo informações do 58º Batalhão da Polícia Militar, uma mãe procurou a Polícia Civil após se sentir intimidada pelo comportamento de uma mulher que estava nas proximidades da praça. Preocupada com a segurança da filha, ela registrou um boletim de ocorrência.
Entretanto, conforme a Polícia Militar, o registro foi motivado pela sensação de insegurança relatada pela mãe e por uma situação considerada suspeita. Até o momento, não foram identificados elementos que indiquem a ocorrência de tentativa de sequestro ou outro crime.

Polícia Civil instaurou investigação
A Polícia Civil de Minas Gerais informou que instaurou um inquérito policial para apurar a situação e esclarecer as circunstâncias do episódio.
Conforme o relato apresentado pela comunicante, uma mulher teria dirigido olhares de maneira intimidatória em sua direção na Praça do Coreto, provocando medo e levantando a suspeita de uma possível tentativa de sequestro. A comunicante informou que não havia testemunhas no local.
A instituição ressaltou que, até o momento, não foram encontrados elementos que confirmem a tentativa de sequestro, mas as diligências continuam.
PM alerta sobre compartilhamento de boatos
Em manifestação, o 58º Batalhão alertou sobre os riscos da divulgação de informações sem confirmação oficial.
“Compartilhar correntes alarmistas sobre esse caso gera pânico na comunidade. Pedimos à população que não repasse boatos sem confirmação das autoridades oficiais”, destacou a corporação.
A orientação é que moradores procurem os canais oficiais de segurança pública antes de compartilhar mensagens, áudios ou publicações que possam provocar medo na população.
Fonte: O Tempo / Polícia Militar de Minas Gerais






