O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), foi oficializado nesta segunda-feira (27) como candidato à Presidência da República durante a convenção nacional do Partido Novo, realizada em Brasília. Em seu discurso, Zema afirmou que se considera “mais credenciado” do que os demais concorrentes na disputa pelo Palácio do Planalto e destacou sua trajetória como empresário e gestor público.
Ao justificar sua declaração, o candidato afirmou que sua experiência no setor privado o diferencia dos adversários.
“Eu me considero com todas as credenciais, modéstia à parte até mais do que os meus concorrentes”, declarou.
Zema ressaltou que comandou uma empresa no interior de Minas Gerais, responsável por gerar mais de 5 mil empregos diretos, e disse conhecer de perto a realidade do país por ter percorrido milhões de quilômetros a trabalho.
Durante a convenção, o candidato também voltou a destacar medidas adotadas durante sua gestão no governo mineiro. Entre elas, afirmou que abriu mão de morar no Palácio das Mangabeiras, doou os salários recebidos como governador para instituições e reduziu gastos com estruturas oficiais, alegando ter economizado cerca de R$ 4 milhões por ano aos cofres públicos.
Na área política, Zema disse que decidiu ingressar na vida pública após, segundo ele, observar problemas na administração de Minas Gerais durante governos do PT. Em seguida, fez críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao Partido dos Trabalhadores, afirmando que o país “não aguenta mais quatro anos de Lula e de PT”.
A convenção nacional também marcou o início oficial da campanha presidencial do Partido Novo. Até o momento, a legenda ainda não anunciou quem será o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema.







